sexta-feira, 16 de setembro de 2011

AMOOOOOR DE FÃAAA

Toodo mundo é fã de alguéem . . .  Um cantor, um ator enfim . . .  Quem nn tem não sabe o que é ser adolescente!
MEU AMOR MAIOR SE CHAMA " CLAUDIA LEITTE "

Amor de fã é assim... 

Ser fã é,amar independente do sucesso, ficar sempre na torcida pelos shows, ignorar opiniões e críticas. porque pra você aquela pessoa vai ser SEMPRE a melhor. é ter um sentimento que só quem é fã de verdade consegue entender. Fã tem um sentimento que não se sabe de onde vem, que não se explica, que é sincero.O nosso sentimento é o mais puro e sincero, a amamos com todas as nossas forças, Você para nós é um exemplo, nosso maior ORGULHO!!! Podemos dizer que sabemos bem o que é ser fã maluca. rs, Todos as coisas que fizemos, os micos que pagamos, a alegrias que tivemos se passaram e nos não nos envergonhamos nem um pouco de contar tudo isso,simplesmente porque as melhores coisas da minha Vida eu vivemos e ainda vamos viver desse jeitinho passando por tudo isso! Foi aí que eu descobrimos o que é amar sem esperar nada em troca,a alegria de ouvir uma música e pensar ‘Essa é a MINHA IDOLA’Claudia Leitte o meu amor por vc é infinito ! Minha DIVA 



















A Automutilação

Automutilação, é definida como qualquer comportamento intencional envolvendo agressão direta ao próprio corpo sem intenção consciente de suicídio. Os atos geralmente tem como intenção o alívio de dores emocionais e em grande parte dos casos, estão associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). As formas mais frequentes de automutilação são cortar a própria pele, bater em si mesmo e queimar-se.










Quais os riscos?

Quando uma garota se corta, está sujeita a uma série de infecções e doenças transmissíveis pelo ar. O contato com a lâmina pode acelerar o processo de contaminação.Sem falar no pior dos riscos: a morte. Ainda que a garota não tenha a intenção de se ferir seriamente, ela não tem muito controle disso quando faz o cutting (Automutilação em inglês).Um machucado mais profundo pode atingir um vaso sanguíneo importante, comprometendo seus movimentos ou até mesmo matá-la.

Como sei identificar se alguém está com esse problema?

As pessoas que apresentam automutilação sentem vergonha e medo de revelar este comportamento, por isso procuram esconder as lesões e as fazem solitariamente onde não podem ser observadas. Elas reconhecem que este comportamento não é bem aceito pelas pessoas.
Desta forma, você poderá desconfiar que alguém apresenta automutilação quando essa pessoa:
a) Costuma usar roupas de mangas longas, mesmo no verão, com altas temperaturas;
b) Apresentam várias cicatrizes ou lesões repetidas e tem dificuldade para explicá-las;
c) Isola-se evitando situações onde seu corpo pode ser exposto, como praia ou piscina;
Vale lembrar que estas pessoas podem apresentar sintomas depressivos e de fobia social associados.

Formas de automutilação


Uma forma comum de automutilação envolve fazer cortes na pele dos braços (comumente o pulso esquerdo), pernas, abdômen, coxas, etc. O número de métodos automutilantes se restringe à criatividade do indivíduo. Os locais de lesão são, geralmente, áreas escondidas de uma possível detecção por outras pessoas.
Exemplos de formas de automutilação, além de se cortar:
  • Esmurrar-se, chicotear-se
  • Enforcar-se por alguns instantes
  • Morder as próprias mãos, lábios, língua, ou braços
  • Apertar ou reabrir feridas 
  • Arrancar os cabelo
  • Queimar-se, incluindo com cigarro, produto químicos (por exemplo, sal e gelo)
  • Furar-se com agulhas, arames, pregos, canetas
  • Beliscar-se, incluindo com roupas e clips para papel
  • Ingerir agentes corrosivos, alfinetes
  • Envenenar-se, medicar-se (por exemplo, exagerar na dose de remédios e/ou álcool), sem intenção de suicídio.
Auto-lesão entre indivíduos com distúrbios de desenvolvimento (por ex., autismo, retardamento, inteligência limítrofe) envolve, geralmente, ações relativamente simples, tais como bater a própria cabeça contra a parede, esmurrar superfícies duras e morder-se. É comum desenvolverem pica, que corresponde a um transtorno onde o afetado engole substâncias/objetos que não são comestíveis.

A Automutilação tem tratamento?

Sim, a associação psicoterapia e medicação tem se mostrado eficaz nos casos de automutilação. A psicoterapia, nestes casos, tem como um dos objetivos ajudar o paciente a identificar outras formas de lidar com frustrações, que sejam mais eficazes do que seu comportamento. Ainda não há medicação específica indicada para que o paciente pare de se mutilar, entretanto, a medicação pode ser indicada para alívio dos sintomas depressivos e ansiosos que podem colaborar para a manutenção do comportamento. Há também medicações que são usadas para diminuir a impulsividade e que ajudam o paciente a resistir a vontade de se machucar, caso esta apareça.

Meninas que se cortam

Atenção Meniinas *-*

                       Anna & Miia 
A anorexia & bulimiia mais conhecidas pelas vitimas como ana e mia são muito mal interpretadas pelas pessoas ao nosso redor digo isso por experiência propia FATO a gente não escolhe ser isso a gente não escolhe ter a doença muitas vezes quando a gente decide parar, não é muito bom o indice de sucesso ; Enfim para as pessoas que nn entendem a doença e conviive com amigos a amigas que tem a doença eu simplismente aconselho que ela se aprofunde mais no assunto e depois procure saber como seu amigo ou amiga entrou nessa FURADA ... Depoiis procure ficar bem proxiimo delles quem sofre disso é inseguro em tuudoo aquilo que faz, tem medo de perder os amigos, e sempre acontecem isso . . .  a pessoa precisa de um motivo apenas um Melhor amigo, ou um amor; quem tem essa doença, não se mata porque não tem coragem, ela quer ficar com o corpo perfeito e demoramos para perceber que pra gente nunca vai existir o PERFEITO sempre será o QUASE! 
Bom gente o resto é com vocês tome conta de seus amigos e amigas AFINAL BULIMIA E ANOREXIA TAMBÉM OCORRE COM MENINOS OK ? 
O resto é com vocês beijooos . . .  Uma ex anorexiica que está em busca da cura da bulimia! 

                     Anorexia Nervosa 

Uma das iniciativas maiores foi , o “Body Project” que reuniu
 mais de 1000 adolescentes para explicar como elas têm 
comprado a ilusão de que só as magras são felizes. 
Elas são encorajadas a pensar e a escrever sobre o assunto.
 Em uma fase seguinte, os movimentos fazem atos antitranstornos
 para chamar a atenção, por exemplo colocam bilhetes
 com a mensagem “ame seu corpo como ele é” em livros de
 dieta e revistas de moda nas livrarias, escrevem
 mensagens positivas no espelho das escolas
 e enviam cartas de protesto para fabricantes 
de bonecas com medidas desproporcionalmente magras.

Bully - Você gostaria qq fizesse com você ?


Os atos de bullying são impulsionados, muitas das vezes, pela falta de conhecimento, pelo preconceito e até mesmo pela falta de respeito ao próximo, configurando-se, portanto como ato ilícito por desrespeitar os princípios constitucionais ao se tratar da dignidade da pessoa humana. Entre as formas de bullying no ambiente escolar estão:
  • Bullyinginsultar a vítima;
  • acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada;
  • ataques físicos repetidos contra uma pessoa seja contra o corpo dela ou propriedade;
  • depreciar a vítima sem qualquer motivo;
  • a exclusão do aluno do grupo social;
  • a injúria;
  • a calúnia ou difamação;
  • a perseguição;
  • chantagem;
  • a discriminação;
  • usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc);
  • colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully;
  • Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência;
O termo Bulliyng compreende todas as formas de atitudes agressivas, físicas ou psicológicas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.
O bullying é classificado como direto, quando as vítimas são atacadas diretamente, ou indireto, quando estão ausentes. São considerados bullying direto os apelidos, agressões físicas, ameaças, roubos, ofensas verbais ou expressões e gestos que geram mal estar aos alvos. São atos utilizados com uma freqüência quatro vezes maior entre os meninos. O bullying indireto compreende atitudes de indiferença, isolamento, difamação e negação aos desejos, sendo mais adotados pelas meninas.
A existência do bullying na escola traz conseqüências negativas como baixo rendimento escolar e sentimentos de impunidade, exclusão e humilhação por parte das vítimas. Por outro lado o problema ainda é motivo de preocupação tendo em vista que, na maioria das escolas públicas das pequenas cidades não existem profissionais preparados para combater o bullying.
Falta conscientização por parte da comunidade e, em especial aos pais, capacitação por parte dos professores e demais servidores das escolas para lidar com a situação de bullying.
O Bullying já existe há muito tempo no ambiente escolar. Todavia era visto pela escola e pelos pais apenas como brincadeira de criança, porém, essa brincadeira de criança trouxe ultimamente enormes preocupações pelo fato de serem violentas em todos os sentidos, seja moral, físico ou psicológico. 
Combater esse fenômeno não é tarefa simples e necessita de um conjunto de ações que visem coibir a prática. Porém essas ações só tornam-se possíveis a partir do conhecimento das atitudes, causas e consequências. Dentre os principais atos relacionados ao bullying destacamos: Agredir; amedrontar; assediar; aterrorizar; bater; chutar; discriminar; divulgar; apelidos; dominar; empurrar; encarnar; excluir do grupo; fazer sofrer; ferir; gozar; humilhar; ignorar; isolar; intimidar; ofender; perseguir; sacanear; roubar; quebrar pertences; zoar.
Vale ressaltar que o bullying se configura nessas ações, desde que elas aconteçam de forma intencional e repetida. Há várias causas para o surgimento do bullying e dentre as existentes, é importante saber que existe o fato do agressor já ter sido vítima. Por isso há a necessidade de estarmos atentos aos primeiros sinais, para que o problema não tome uma proporção descontrolada.
Diante disso a escola hoje tem os olhos voltados para a tensão, pois revela dificuldades extremas de lidar com a diferença, surge a obrigatoriedade de as escolas públicas e privadas adotarem medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate ao bullying escolar. Tais medidas devem ser incorporadas no projeto pedagógico da escola das unidades escolares e ao planejamento escolar, para que se saiba até que ponto o fato ocorrido é um bullying.
Uma das maiores preocupações parte da escola é com a tecnologia da informação em que são cometidos vários atos violentos contra a moral. Neste ponto é viável que os pais acompanhem seu filho em tudo o que ele faz ou fez durante o dia; corrijam suas atitudes; dê atenção, segurança e principalmente limite para que ele seja capaz de cumprir regras.
A parceria pais-escola é fundamental para o trabalho de prevenção ocorrer de forma eficaz. Os pais devem procurar conversar com seus filhos, para que possam perceber qualquer alteração de comportamento. É importante que esse diálogo seja o mais informal possível, para não acuar a criança. Esta deve sentir amparada e confortável para conseguir falar sobre o assunto.
A importância do diálogo, do acompanhamento e da prevenção fazem com que os casos existentes possam ser solucionados em tempo, evitando transtornos a longo prazo.
Os pais e educadores devem ter a consciência do seu papel, procurando ajuda especializada, se for o caso. Atitudes descompassadas não podem ser toleráveis, mas sim coibidas de forma responsável e comprometida.
Quanto à escola, esta deve ter em seu quadro de pessoal um Psicopedagogo, o qual trabalhará junto com o agressor ou a vítima de Bullying, e que este trabalho seja acompanhado pela direção da escola e principalmente pela família. O trabalho com a família é de certa forma difícil, sendo que esta sempre apresenta certa resistência em acreditar que o filho fez algo de errado.